sexta-feira, 8 de junho de 2012

ENSINAMENTOS DO GRANDE MESTRE HÉLIO GRACIE


Eu não inventei o jiu-jítsu, apenas o adaptei para mim,
criando alavancas que me deram condição de fazer
os movimentos necessários sem precisar usar muita força
ou habilidade para superar lutadores
maiores e mais fortes do que eu.   Quando você tem mais confiança em si mesmo, você é automaticamente mais tolerante. Você tem condição de meditar de se pôr no seu devido lugar sem precisar lutar, e isso assusta os valentões.


um dos maiores nomes do death metal mundial


quinta-feira, 7 de junho de 2012

velha escola do mma


deeds of flesh é fenomenal brutal death metal


briga de cachorro grande


ciência noética ciência que estuda as capacidades do sub cociente



"Sempre que me acontece alguma coisa importante, está ventando", costuma dizer Ana Terra, que reside com os pais e os dois irmãos numa estância erma do interior gaúcho, na segunda metade do século XVIII. O cotidiano dos Terras é duro, penoso, arriscado. Tiram sustento da colheita. Calculam a passagem do tempo observando a natureza. Vivem sob o perigo de ataques de índios ou de renegados castelhanos, estes últimos recentemente expulsos do Continente de São Pedro. Ana Terra, única filha mulher, é impedida de comprar um espelho, "coisa do diabo", objeto fútil nesse ambiente austero. Sem ter onde mirar-se, só pode contemplar sua figura na superfície do regato onde lava a roupa da família. É nesse regato que ela depara com Pedro Missioneiro, ferido à bala. Mestiço de índio nascido numa missão jesuítica, Pedro lutara ao lado dos estancieiros pela expulsão dos castelhanos. Após restabelecer a saúde, pouco a pouco vence a desconfiança dos Terras e a repulsa de Ana, para quem sua "presença era tão desagradável como a de uma cobra". Sem perceber, a moça enamora-se de Pedro, uma atração trágica e irresistível que muda a vida da família Terra para sempre. Marcada por uma beleza áspera, com personagens fortemente ligados à natureza que os sustenta e os agride, Ana Terra faz parte da saga O tempo e o vento, obra-prima de Erico Verissimo. (Ana Terra - )

quarta-feira, 6 de junho de 2012


Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem. A noite era quente e calma, e eu estava em minha cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor! Percebendo minha aparente indiferença,aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos.
Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci.
Hoje quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão.
Deixaste em meu corpo e no lençol provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite.
Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama, te esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força. Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos. Só descansarei quando vir sair o sangue quente do seu corpo.
Só assim, livrar-me-ei de ti, pernilongo Filho da Puta!!!!
Carlos Drummond de Andrade

porrada na moleira porra


metal maloca porra


poema de Carlos Drummond de Andrade

Cortar o tempo

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,a que se deu o nome de ano,foi um indivíduo genial.Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente

terça-feira, 5 de junho de 2012

seria legal competições de jiu jitsu nesse formato


Tudo no mundo é secreto. 
No final do ano passado, depois que alguns jornais noticiaram que a editora 
responsável por esta publicação me havia encomendado um texto sobre o pecado da 
luxúria, os originais deste  livro e o recorte da nota de um dos jornais em questão 
foram entregues por um desconhecido ao porteiro do edifício onde trabalho, 
acompanhados de um bilhete assinado pelas iniciais CLB. 
Informava que se trata de um relato verídico, no qual apenas a maior parte dos 
nomes das pessoas citadas foi mudada, e que sua autora é uma mulher de 68 anos, 
nascida na Bahia e residente no Rio de Janeiro. Autorizava que os publicasse como 
obra minha, embora preferisse que eu lhes revelasse a  verdadeira origem. "Não por 
vaidade", escreveu ela, "pois até as iniciais abaixo podem ser falsas. Mas porque é 
irresistível deixar as pessoas sem saber no que acreditar". Assim foi feito, e com justa 
razão, como o leitor haverá de constatar, após o exame deste depoimento espantoso. 
Embora não tenha tido dificuldades extremas para a edição do texto, é meu 
dever prazeroso agradecer a Andréia Drummond pela paciência e afinco na decifração 
de muitas emendas manuscritas, a Maria de Lourdes Protásio Benjamin pela mesma 
razão e a Geraldo Carneiro,  por sua valiosa ajuda no esclarecimento de algumas 
passagens, em que a revisão dos originais parece não ter atentado a problemas 
certamente ocorridos na transposição das fitas gravadas para o  papel. Essa ajuda 
também foi fundamental para  a divisão do texto em seções e parágrafos, bem como 
para a inserção de raros trechos em discurso direto e diversos acertos de pontuação, 
com o que creio que somente facilitamos a  leitura, sem alterar  o sentido de forma 
significativa. Mantivemos também inúmeros "erro de português", com o fito de 
preservar, tanto quanto possível, a oralidade dos originais. 
Pela transcrição 
João Ubaldo Ribeiro 
Rio de Janeiro, maio de 1998.

HEAVY TRASH METAL DA MELHOR QUALIDADE


brutal death metal de qualidade


combate disputado


raspagem na guarda cruzada




Segundo alguns historiadores o Jiu-jitsu ou "arte suave", nasceu na Índia e era praticado por monges budistas. Preocupados com a auto defesa, os monges desenvolveram uma técnica baseada nos princípios do equilíbrio, do sistema de articulação do corpo e das alavancas, evitando o uso da força e de armas. Com a expansão do budismo o jiu-jitsu percorreu o Sudeste asiático, a China e, finalmente, chegou ao Japão, onde desenvolveu-se e popularizou-se.A partir do final do século XIX, alguns mestres de jiu-jitsu migraram do Japão para outros Continentes, vivendo do ensino da arte marcial e das lutas que realizavam.Esai Maeda Koma, conhecido como Conde Koma, foi um deles. Depois de viajar com sua trupe lutando em vários países da Europa e das Américas, chegou ao Brasil em 1915 e se fixou em Belém do Pará, no ano seguinte, onde conheceu Gastão Gracie. Pai de oito filhos, cinco homens e três mulheres, Gastão tornou-se um entusiasta do jiu-jitsu e levou o mais velho, Carlos, para aprender a luta com o japonês.Franzino por natureza, aos 15 anos, Carlos Gracie encontrou no jiu-jitsu um meio de realização pessoal. Aos 19, se transferiu para o Rio de Janeiro com a família e adotou a profissão de lutador e professor dessa arte marcial. Viajou para Belo Horizonte e depois para São Paulo, ministrando aulas e vencendo adversários bem mais fortes fisicamente. Em 1925, voltou ao Rio e abriu a primeira Academia Gracie de Jiu-Jitsu. Convidou seus irmãos Oswaldo e Gastão para assessorá-lo e assumiu a criação dos menores George, com 14 anos, e Hélio,com 12.Desde então, Carlos passou a transmitir seus conhecimentos aos irmãos, adequando e aperfeiçoando a técnica à compleição física franzina característica de sua família.Também transmitiu-lhes sua filosofia de vida e conceitos de alimentação natural, sendo um pioneiro na criação de uma dieta especial para atletas, a Dieta Gracie, transformando o jiu-jitsu em sinônimo de saúde.De posse de uma eficiente técnica de defesa pessoal, Carlos Gracie viu no jiu-jitsu um meio para se tornar um homem mais tolerante, respeitoso e autoconfiante. Imbuído de provar a superioridade do jiu-jitsu e formar uma tradição familiar, Carlos Gracie lançou desafios aos grandes lutadores da época e passou a gerenciar a carreira dos irmãos.Enfrentando adversários 20, 30 quilos mais pesados, os Gracie logo adquiriram fama e notoriedadenacional. Atraídos pelo novo mercado que se abriu em torno do jiu-jitsu, muitos japoneses vieram para o Rio, porém, nenhum deles formou uma escola tão sólida quanto a da Academia Gracie, pois o jiu-jitsu que praticavam privilegiava as quedas e o dos Gracie, o aprimoramento da luta no chão e os golpes de finalização.Ao modificar as regras internacionais do jiu-jitsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de mudança de nacionalidade de uma luta, ou esporte, na história esportiva mundial. Anos depois, a arte marcial japonesa passou a ser denominada de jiu-jitsu brasileiro, sendo exportada para o mundo todo, inclusive para o Japão.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

equipe manimal g3 pirajá em treino e competição


equipe manimal g3 pirajá





sudo é um fenômeno


treino de submission



arte marcial e filosofia

Arte marcial e filosofia! Muitos acham que isso só acontece em filmes de Kung-Fu ou em filmes do Karate Kid, de tempos atrás. Infelizmente, o ensino das artes marciais na maioria das academias do ocidente foi desvinculado da sua parte filosófica. O objetivo principal destas academias é apenas finalizar seu oponente. A filosofia da luta e a arte da guerra eram e ainda são algo sem importância para alguns lutadores. Mas a filosofia da luta é parte importante para o desenvolvimento mental e técnico de todo lutador. A clareza de pensamento no momento da luta e a mente aberta para escolher o melhor movimento ou o melhor golpe para determinada situação, são fundamentais para que o lutador tenha êxito tanto num treino em sua academia, quanto como numa luta de campeonato. O lutador tem que estar sempre com o pensamento à frente e ter várias opções de movimentos em sua mente como resposta a qualquer movimento de seu oponente. Aquele lutador que apenas tenta parar o movimento do oponente, nunca terá um desenvolvimento técnico e dificilmente terá grandes vitórias.

alcolic gore death só tem insanidade total rsrs


brutal death metal de qualidade